Estrabismo Convergente são olhos envergonhados

A esotropia, normalmente conhecida por estrabismo convergente é quando um dos olhos está desviado para dentro, em direcção ao nariz, como que envergonhados se tentassem esconder.

Estatisticamente, esta forma de estrabismo é a mais comum. Apesar de ser raro, existem casos de os dois olhos apresentarem o desvio para dentro.

As crianças que nascem com estrabismo convergente não aprendem a usar os dois olhos ao mesmo tempo e podem não ver bem de um deles. Em alguns casos, é necessário uma cirurgia precoce para deixar os olhos paralelos, na tentativa de obter visão binocular e prevenir a perda permanente da visão no bebê ou na criança.

No entanto, o tratamento cirúrgico do estrabismo não substitui o uso dos óculos. Após a cirurgia, pode acontecer que os olhos aparentem estar paralelos, mas não perfeitamente paralelos. Nestes casos, o ajuste final dependerá da coordenação entre os olhos e o cérebro e além de o uso de óculos, muito provalvelmente será aconselhado um tratamento órtoptico, que consiste em exercícios para a musculatura extra-ocular, quase como que fisioterapia para os olhos.

cirurgia precoce é indicada para correcção do estrabismo em crianças menores(não apenas para o estrabismo convergente) porque assim elas poderão desenvolver normalmente a visão, assim que os olhos forem alinhados. Conforme a criança cresce, diminuem as chances de desenvolvimento da visão binocular.

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One thought on “Estrabismo Convergente são olhos envergonhados

  1. Ambliopia: uma doença séria, pouco conhecida, que pode causar a perda de visão quando não tratada corretamente.
    Ampliopia, ou “olho preguiçoso”, é uma deficiência na visão em que um ou os dois olhos não apresentam um amadurecimento normal. Tem que ser detectada e tratada antes dos quatro anos, quando a visão ainda está em pleno desenvolvimento. Se não tratada até os sete anos, as perdas são consideradas irreversíveis e a visão fica definitivamente comprometida. A incidência da ambliopia em crianças em idade escolar é de aproximadamente 4%. Um volume assustador considerando o tamanho da população brasileira. As causas mais frequentes são catarata congênita, a diferença de graus entre os olhos e principalmente o estrabismo.
    Em muitos casos, a deficiência passa despercebida pelos pais e pediatras. Isso porque a criança, que sempre enxergou assim, não percebe que só tem um olho “bom”. A boa notícia é que o tratamento é simples, feito com o uso de um tampão ocular. O que realmente preocupa é a desinformação. Por isso, é essencial que todas as crianças de até quatro anos visitem um oftalmologista, mesmo em nenhuma desconfiança para tal.
    Se a criança está com a visão em ordem, os pais cumpriram com sua obrigação e podem dar a missão como encerada. Mas, para os pais que identificaram ambliopia em seus filhos, a história continua. E com um grande desafio pela frente. A utilização de um oclusor ocular é o único tratamento. Mas como fazer um pequeno usar – sem tirar – um desses tampões por seis, oito ou até 12 horas por dia? Durante dois, três, ou mais anos. A tarefa é um desafio, principalmente porque os modelos mais antigos, em maior número no mercado, incomodam. Alguns deles até machucam – caso dos esparadrapos colocados e retirados diariamente. Outro agravante é a aparência hospitalar dos tampões tradicionais, que estimulam brincadeiras negativas por parte de outras crianças.

    Nesse momento, o segredo é trabalhar a autoestima da criança, tornando-a diferente positivamente, dona de algo que as outras crianças “achem muito legal” e tenham vontade de ter também. Com isso em mente, Simone Sgarbi, mãe da Camila, nove anos, cuja ambliopia foi detectada há 4, decidiu pesquisar um tampão que sua filha realmente usasse – e com gosto. Em busca de um produto confortável e divertido, desenvolveu um tampão feito de borracha macia, que se encaixa nos óculos. E aí passou a fazê-lo nas mais diferentes cores, estampas e motivos. Um para cada dia, um para cada roupa, um para cada humor. Deu certo e a Camila adorou. Não só usa com prazer como até lembra a mãe do horário de colocar.

    Foi assim que a empresa Tô de Olho Tampão nasceu, em conjunto com a sócia Paola Petti Cerveira, a designer responsável pela concepção de tampões adaptados anatomicamente ao rosto da criança, sempre com estampas com temas alegres e coloridos. No desenvolvimento dos oclusores, a dupla também contou com a orientação de oftalmologistas e ortoptistas.
    Com menos de dois anos, a solução já faz o maior sucesso entre pais e crianças, sem falar nos oftalmologistas e ortoptistas, que encontraram um novo apoio para ajudar nos seus tratamentos. Simone conclui: “O que me importa mesmo é que todos os pais levem seus filhos ao oftalmologista antes dos quatro anos. A chance de os seus filhos terem o problema é real e só assim eles podem descobrir.”.

    site http://www.todeolhotampao.com.br
    Tel.(11)3021-9299

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